o ano chegou ao fim,
é certo que não fiz
tudo
o que devia por mim.
enquanto isso, meu verso segue assim,
sem ser de balanço.
por quanto, ‘poemo’ à vida
e, por horas, não resolvo nada.
danço.
1 de janeiro de 2014
4 de novembro de 2013
jardim
sangra teu corte
e lava com o sal
que te escorre dos olhos.
enterrar-se em dores
é dar sinal pra morte.
em vez disso, faz da tua lágrima
a água que alimenta tuas flores
e acena em cores
pra chamar a sorte.
e lava com o sal
que te escorre dos olhos.
enterrar-se em dores
é dar sinal pra morte.
em vez disso, faz da tua lágrima
a água que alimenta tuas flores
e acena em cores
pra chamar a sorte.
30 de outubro de 2013
19 de outubro de 2013
Poema do sacrilégio
O poema feito de terço.
Tenho fé na força da rima
para fazer nascer um verso.
A prática sublime, verdadeira ação divina
é capitar a beleza em cada dia.
Em vez do Rosário, rezo Poesia,
Enxergo cor aonde a luz não ia,
crio novo universo a partir do nada
e coloco tudo aonde nem cabia.
Tenho fé na força da rima
para fazer nascer um verso.
A prática sublime, verdadeira ação divina
é capitar a beleza em cada dia.
Em vez do Rosário, rezo Poesia,
Enxergo cor aonde a luz não ia,
crio novo universo a partir do nada
e coloco tudo aonde nem cabia.
9 de outubro de 2013
3 de outubro de 2013
Um sopro de maré que tem som de Lira
Entra,
te preparei uma almofada
que é azul,
da cor do céu.
As nuvens
mandei fazer de algodão
que, além de macio,
também é doce.
Agora,
vou preencher o vazio
que ainda resta aqui
com toda beleza
que você me trouxe.
Abri a janela,
deixei a brisa entrar
era o vento de bossa,
coisa boa e nova
que vinha do mar.
te preparei uma almofada
que é azul,
da cor do céu.
As nuvens
mandei fazer de algodão
que, além de macio,
também é doce.
Agora,
vou preencher o vazio
que ainda resta aqui
com toda beleza
que você me trouxe.
Abri a janela,
deixei a brisa entrar
era o vento de bossa,
coisa boa e nova
que vinha do mar.
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